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Alevinagem: Saiba porque o manejo alimentar é fundamental para o desenvolvimento de alevinos

A piscicultura brasileira é um setor em franco desenvolvimento a bastante tempo. Algumas espécies exóticas foram introduzidas no país, como a Tilápia, houve também o desenvolvimento no manejo de peixes nacionais, como o Dourado e Tambaqui, ou ainda peixes carnívoros como o Tucunaré.

Diante desse cenário, a alevinagem (criação de alevinos) tornou-se uma atividade bastante interessante, principalmente com a elevação da demanda de piscicultores que só desejam realizar a fase de desenvolvimento,engorda e comercialização dos pescados.

Mas, para que a etapa da alevinagem atinja o sucesso esperado, a alimentação é um dos fatores que ganham em importância sendo preciso adotar cuidados com o manejo alimentar de alevinos permitindo obter peixes mais uniformes para a engorda e comercialização.

Saiba porque o manejo alimentar é tão importante para o desenvolvimento de alevinos e veja algumas dicas para tornar esse processo mais eficiente.

 

O que são alevinos?

Quando falamos de larvicultura e alevinagem de peixes, uma dúvida bastante comum tem relação quanto ao uso dos termos que determinam o momento em que termina uma fase e começa a outra.

No setor produtivo, a larvicultura é denominada a fase em que as larvas são criadas em sistemas intensivos, em tanques de fibra, plástico ou alvenaria dentro de ambiente fechado.

A partir do momento em que as larvas são transferidas para viveiros de terra o sistema de criação passa ser chamado de alevinagem, sendo essa o momento exato em que peixes juvenis começam a se alimentar no ambiente externo.

Exatamente por estarem em um ambiente externo há a necessidade de o piscicultor ter cuidados especiais, além de acompanhamento constante dos alevinos, sendo essa etapa imprescindível para o pleno desenvolvimento da piscicultura. Atenção ainda mais especial deve ser dada com relação ao manejo nutricional dos alevinos.

 

Manejo alimentar de alevinos: eficiência e qualidade são fundamentais

Para alcançar um final bem-sucedido, um bom começo é primordial. Partindo desse princípio, cuidados com a criação de alevinos garantem maiores possibilidades de sucesso no mercado.

Na piscicultura, a fase de alevinos é muito delicada e costuma durar em torno de 3 a 5 semanas. Por isso, é extremamente importante priorizar a qualidade da alimentação.

Nesta fase ocorre um ganho de peso bastante acelerado, sendo necessário controlar a alimentação dos alevinos para que esse crescimento seja mais equilibrado. Os alevinos devem também receber rações ricas em proteína e energia, para acelerar o crescimento dos peixes.

Rações com excesso de carboidratos devem ser evitadas, pois os carboidratos possuem moléculas muito complexas, que limitam a digestão dos alevinos.

Esses cuidados são importantes pois alevinos alimentados com rações deficientes poderão apresentar problemas em seu crescimento. As consequências disso são preocupantes economicamente, pois, a rápida mortalidade dos peixes é o principal efeito dessa ineficiência.

Além do uso de boas rações é importante também adotar equipamentos que façam uma distribuição mais uniforme e estratégica da ração, caso dos alimentadores automáticos, como veremos a seguir.

 

Vantagens do uso de alimentadores automáticos na estratégia de alimentação

Ainda sobre a alimentação na alevinagem, é importante ressaltar que durante este período o aparelho digestivo dos alevinos está em pleno desenvolvimento. Nessa fase mais jovem os alevinos necessitam de:

        • Maior frequência de arraçoamento;
        • Grânulos de ração de menor tamanho

 

Assim, o piscicultor deve oferecer a alimentação sempre em pequenas quantidades e com uma frequência mais elevada (a ração deve ser oferecida várias vezes ao dia). Dessa forma, como forma de otimizar esse processo e aumentar a uniformidade é aconselhável adotar um alimentador automático para peixes.

O uso de alimentadores automáticos permite muitos benefícios no manejo alimentar de alevinos, como:

        • Aumento da taxa de alimentação sem desperdício, já que a porção diária será dividida em várias refeições;
        • Dispensam a ração em quantidades e horários programados, sendo controlados por “timers” e temporizadores);
        • Otimizam a mão-de-obra na alimentação de alevinos, possibilitando que os trabalhadores façam outras tarefas;
        • Proporciona melhor conversão do alimento;
        • Reduz os custos com a alimentação de alevinos, aumentando a eficiência econômica da atividade.

 

Por fim, quando os peixes atingirem cerca de 3 cm de comprimento e ingerirem rações comerciais com granulometria de 1,2 a 1,7 mm já estão prontos para serem comercializados.

 

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