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O que saber antes de adotar um pet

Hoje em dia, muitos lares possuem animais e eles são considerados membros da família. Porém, incluir um membro pet na família é uma atitude que vai muito mais além do que apenas amor.

Inserir um novo membro na família, seja ele cão ou gato, não consiste apenas em adotá-lo. É importante pensar nos principais cuidados que serão necessários para isso.

 

Para os cuidados básicos necessários deve-se lembrar que, se tratam se seres vivos, demandam atenção e responsabilidade.

Uma convivência saudável inclui alimentação, higiene, segurança, atendimento veterinário, prevenção de parasitas (como pulgas e carrapatos, por exemplo) e companhia.

 

No caso da alimentação deve-se lembrar que a dieta animal não é igual a do humano. Existem alimentos tóxicos que podem prejudicar e até matar o animal. Cada um possui uma necessidade nutricional, por isso é importante a escolha da ração adequada, prevenindo obesidade e outras doenças que podem acometer o animal. O consumo e até o tipo de ração deve ser indicado de forma correta pelo médico veterinário, levando em consideração peso, idade e estado de saúde. O veterinário também irá indicar a quantidade e frequência de consumo da alimentação oferecida. Por isso, uma dieta balanceada é essencial para um pet saudável.

No que se refere a alimentação, o alimentador automático Nuter mantém a ração garantida, pois ele é programado para funcionar na quantidade e tempo desejado, ou seja, seu animal terá a ração dosada na quantidade e horário estipulados.

A importância da supervisão do médico veterinário vai além da alimentação. Existem muitas doenças que podem acometer o animal de estimação, como cinomose, leptospirose, raiva. Outros agentes prejudiciais são as pulgas, carrapatos e até picada de mosquitos, que podem transmitir doenças e zoonoses. Os pets precisam de acompanhamento periodicamente tanto quanto nós, para identificar, prevenir e tratar possíveis doenças, a frequência e doses de vacinas ou até mesmo a eliminação de parasitas.

 

Em relação a higiene, um ponto a ser evidenciado são os banhos, que devem ser rotina na vida do pet, porém devem ser periódicos, pois o excesso é prejudicial à pele. O tutor deve ter cuidado com os produtos utilizados e realizar a proteção do conduto auditivo, pois produtos inadequados e a não proteção podem causar alergias e fungos no seu pet. Nesse caso o veterinário também pode indicar a frequência correta dos banhos.

A escovação dos pelos do animal também deve ser realizada, evitando ingestão de pelos, principalmente em gatos que normalmente expelem bolas de pelo até quatro vezes ao mês. Essas bolas de pelo em excesso podem se acumular no trato digestivo causando problemas como formação de bolas ou até mesmo obstrução intestinal, sendo necessária intervenção cirúrgica.

Ainda na questão de higiene, o ambiente também deve estar apropriado para o animal. Deve haver local específico para comida e água, cama e brinquedos, não podendo haver fezes e urina espalhados por conta da contaminação de agentes infecciosos. É importante saber que o tutor deve utilizar produtos de limpeza que sejam adequados a ambientes com animais para que não cause alergias ao pet, pois eles possuem contato direto com o chão. A cama do animal deve ser trocada regularmente, principalmente se houver sinais de pulgas e carrapatos, evitando infestações.

 

Outra questão é referente a companhia e passeios, pois hoje em dia sabemos que as famílias possuem uma rotina agitada, não sobrando tempo para dar atenção ao pet. Porém eles necessitam de interação e companhia, seja cão ou gato, para que se sintam protegidos e amados. É essencial dedicar horários para realizar interação com eles. Os passeios devem ser realizados de forma segura com supervisão do tutor e uso de coleira. Escolher os horários dos passeios também é indispensável, pois a temperatura pode afetar a qualidade de vida do animal, seja excesso de calor ou não. É sempre importante oferecer ao pet água fresca durante longos percursos, mas devemos respeitar o animal não excedendo as caminhadas para não gerar exaustão.

 

Como visto, cada vez mais os animais estão presentes nos lares, mas nem sempre as pessoas tem conhecimento antes de adquiri-los, fazendo com que o tutor mude de ideia, o que pode resultar em abandono. Salientando que é considerado crime abandonar um animal e está tipificado no Brasil, no artigo 32 da Lei de Crimes Ambientais (9.605/98). Quem realizar maus tratos está sujeito a pagamento de multa e detenção de três meses a um ano e, caso o animal venha a óbito, a punição poderá ser aumentada de um sexto a um terço.

 

Portanto antes de receber um novo pet na família é fundamental ter consciência que eles demandam responsabilidade, mas também saber que eles nos trazem felicidade.

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